sexta-feira, abril 28, 2006

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Mensagem da Sociedade Vegetariana de Porto Alegre, no grupo SVB de Porto Alegre do Yahoo:

"Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos". -
[Pitágoras]



Consertando o Mundo...

"Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e
estava
resolvido a encontrar meios de minimizá-los. Passava dias em seu
laboratório
em busca de respostas para suas dúvidas.
Certo dia, seu filho de sete anos invadiu seu santuário
decidido a
ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou que
o
filho fosse brincar em outro lugar.

Vendo que seria impossível demovê-lo, o pai procurou algo que
pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair sua atenção.
De
repente, deparou-se com o mapa do mundo, o que procurava! Com o auxílio
de
uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de
fita
adesiva, entregou ao filho dizendo:

- Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo para
consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue
consertá-lo
direitinho! Faça tudo sozinho.

Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa.
Algumas
horas depois, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:

- Pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!

A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria
impossível na sua idade ter conseguido recompor um mapa que jamais
havia
visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações,
certo de
que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa
estava
completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares.
Como
seria possível? Como o menino havia sido capaz?

- Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?

- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o
papel
da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um
homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei mas não
consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a
consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o
homem,
virei a folha e vi que havia consertado o mundo".

Autor Desconhecido


_Croach...

Holocausto animal



Esta mensagem eu devo a SVB- de Porto Alegre (Sociedade Vegetariana Brasileira) em suas mensagens. Felizmente há quem esteja pensando em mudar este mundo para que ele fique melhor de se viver. A dor deve ser evitada para todos os seres sempre que possível.
Obrigada a pessoa que enviou a mensagem, a quem em razão do meu não pedido de autorização não publico o nome.

_chega! Abaixo o holocausto animal!

E ainda: "Para cada animal que é comprado, ao menos um morre nas carrocinhas."

Outro assunto:

Meu destaque hoje é para a minha amiga do Águas: http://aguasdavida.blogspot.com

juntamente com sua equipe de blogueiras muito eficientes. Muitas vezes as pessoas não são lembradas em sua presença, mas também em sua ausências que significam espaço para os demais. Uma personalidade assim, cheia de presenças e ausências é como um desenho bonito, em que o espaço em branco da folha conferem luz e leveza ao nosso traço. Procuro me inspirar nesta imagem do desenho em sua leveza para viver a minha vida seguindo o exemplo de pessoas muito queridas.

Qual o animal

que domesticou homem?


Quando entro novamente no site da SVB - Sociedade Vegetariana de Porto Alegre, me deparo com 165 e-mails não lidos (eu recebo todas as mensagens pois foi como programei o e-mail). Não tenho podido fazer tudo na internet. E fico encantada com preciosidades como esta aqui:

Folha de SP - 26/01/2004NELSON ASCHERO melhor amigo do homem
A arrogância humana não tem limites. Que séculos atrás se tomasse a Terra como centro do universo, talvez fosse um equívoco derivado de um ponto-de-vista distorcido. Afinal, levou tempo para que a física moderna se desenvolvesse. Mas que ainda hoje os membros de uma espécie tão defeituosa moralmente quanto em termos de "design" se considerem o topo, o cimo, o ápice da criação é algo que decorre claramente da cegueira auto-induzida.
Um animal como a gente, que passa seus três primeiros anos de vida feito um feto extra-uterino, que demora para se equilibrar sobre as patas traseiras e, até o fim, tropeçando, sofrendo dores de coluna, jamais se acostuma a tal postura, um bicho que, inadaptado ao grosso dos climas, se especializou em roubar peles alheias e suou milênios como um porco (que, aliás, não sua) antes de comprar um ar-condicionado, um mamífero cujas fêmeas, ao contrário do que sucede com as demais, não tem nem ao menos um período determinado e ostensivo de cio e chegam a morrer de parto deve ser qualificado de paradigma da perfeição?
OK: somos os detentores da patente da linguagem, digamos, articulada. Temos um cérebro grande (embora não proporcionalmente maior que o dos predadores em geral) e o utilizamos até para criar coisinhas úteis. Ocorre que quase todas as nossas invenções não passam de próteses destinadas a mal e mal compensar desvantagens de nascença. E ciência alguma nos desculpa ignorarmos tamanhas limitações: elas saltam aos olhos quando nos comparamos com nossos melhores amigos.
Essa honra (mais para nós que para eles) pertence, há 1/4 de século, não ao cachorro, mas ao gato. Foi no começo dos anos 80, nos EUA, que sua popularidade superou a de seus clássicos rivais. Estima-se que atualmente os americanos possuam quase 70 milhões de gatos enquanto a população canina anda ao redor de 62 milhões. Mudanças aceleradas no estilo de vida explicam o pendor crescente pelos gatos que são autolimpantes, discretos e ficam sozinhos o dia inteiro sem incomodar os vizinhos. O empecilho que os tornava inadequados à vida caseira, ou seja, o cheiro agressivo de sua urina, encontrou uma solução em 1947 quando o norte-americano Ed Lowe (1920-95) descobriu que um tipo de argila absorvia os dejetos líquidos dissipando-lhes o fedor. Desnecessário dizer que o inventor dos granulados sanitários morreu milionário.
Se existe uma criatura cuja perfeição escancara comparativamente a ilimitada defeituosidade humana, é, portanto, o gato. Dispondo de uma visão noturna seis vezes superior à humana, de uma audição vinte vezes mais potente, de vibrissas (os bigodes) cheias de sensores, ele sobrevive a quedas que seriam letais para outros seres e administra o próprio sono, distribuindo-o dia afora como lhe convém . E isso vale para toda a linhagem, dos gatos domésticos aos tigres, das jaguatiricas às onças, do guepardo (ou chita), capaz de atingir 100 km/h, à pantera negra, pois, descontando as dimensões variáveis e os hábitos adaptados aos respectivos habitats, as principais diferenças de fundo entre os felinos são duas: os pequenos comem sentados ou acocorados e ronronam, mas não rugem; os grandes comem deitados e rugem mas não ronronam.Com exceção do gato propriamente dito, nenhum de seus parentes foi domesticado. Embora alguns cheguem a ser individualmente domados, ninguém com um mínimo de instinto de sobrevivência vê na tranquilidade de um tigre ou leão de circo mais que um armistício temporário que pode ser unilateralmente rompido a qualquer momento. Agora, que tenhamos domesticado um de seus representantes não desmerece, de certo modo, todo o grupo?
Não necessariamente, uma vez que não se estabeleceu quem é que de fato domesticou quem. Apesar de os esqueletos mais antigos de cachorros convivendo com humanos datarem de uns 15 mil anos atrás, alguns pesquisadores supõem que principiamos a modificar geneticamente o lobo selvagem 80 mil anos antes. Se, como carnívoro, o cachorro é nosso competidor, sua utilidade numa sociedade tribal de caçadores parece óbvia. As primeiras referências seguras aos gatos são, no entanto, bem mais recentes, têm quatro ou cinco mil anos e provêm do Egito, nação que lhes conferiu o estatuto de animais sagrados, associando-os à deusa Bastet (ou Bast, ou Pasht), filha de Ísis e Osíris.
Nada indica que os tenhamos realmente alterado. Nosso convívio com eles coincide com a adoção do sedentarismo e o surgimento da agricultura que inaugura o neolítico. Agricultura quer dizer acúmulo de grãos. Grãos atraem roedores. E logo chegam os gatos. Não sei se alguém fez as contas, mas sem estes, quem sabe os roedores teriam ganho a competição contra o homo sapiens sapiens. Quando, durante a Idade Média, os felinos europeus foram demonizados e perseguidos, ratos asiáticos portadores da peste bubônica invadiram o continente e, graças a eles, 1/3 da população local pereceu. Por tênue e dificilmente demonstrável que seja, a correlação não é absurda. Seja como for, o gato associou-se voluntariamente aos homens que se adaptaram tanto a ele quanto ele a nós.
Assim, a única coisa melhor do que ser um gato é ser um gato anglo-saxão, porque se o resto do planeta lhe atribui sete vidas, em inglês ele tem proverbialmente nove. E se sua perfeição e utilidade estão demonstradas, não temos como deduzir qual terá sido o desígnio divino que lhe deu origem. Uma interpretação, tão acertada que mereceria ser de Jorge Luis Borges, resume-se na seguinte frase:

"Deus criou o gato para que o homem pudesse afagar o tigre".
Obrigada a pessoa que enviou esta mensagem a SVB de Porto Alegre a quem não publico o nome por não ter pedido autorização.


Miau!

E o sapo:

_Nós sapos, infelizmente não conseguimos ainda domesticar vocês.

_Ah, mas você nem precisa ;)

terça-feira, abril 25, 2006

Guarde um prá mim também!

Hoje Portugal comemora a Revolução dos Cravos. Como brasileira não posso saber exatamente o que isso significou, mas estudei por por alto para o vestibular que eu lembre e fiz uma leitura na internet a respeito.
Também amo a liberdade e a independência dos povos. E colho um cravo que ofereço a todos, mas em especial aos meus amigos portugueses que sabem melhor do que eu o que este cravo que colhi no google e é pertencente a um blog português significa.

Vide: "Guarda um cravo para mim" -para maiores explicações

do http://movimentum.blogspot.sapo.pt

Os cravos têm um significado de homens discretos e intelectuais, quietos muitas vezes e que sabem opinar na ora certa. Gentis cavalheiros...que no passado os usaram na lapela. Se eu tivesse o cabelo um pouquinho mais comprido poderia usar um cravo na cabeça.


Obs:
As visitas continuam. Eu fui ao blog da Isabel Felipe e resolvi participar desta celebração, também em nome de meus antepassados portugueses que geraram meu pai.

_Guarda um prá mim também!

Dedicado a ti, leitor:

Queridos leitores!



  • Estou em processo de visita de blogs amigos. Tô chegando lá no teu. Agora não vou comentar os comentários de modo geral para chegar mais rápido na casa virtual alheia.
  • Olha só o que eu levei: Obrigada a Gazeta por mais um destaque! Ofereço este prêmio a todos os meu leitores, a exemplo da minha amiga do Águas da Vida que tem realmente um espirito muito participativo, interativo e de equipe.

  • Hoje estou recomendando um blog bem recomendável de literatura, poesia e múscia principalmente. É o blog do meu leitor lido: http://quasepoema.zip.net/ - o blog do Guto.

  • Yoga no quartel: Soldados, deitem em decubito dorsal, palmas das mãos estendidas para cima, pernas levemente afastadas, membros soltos, inspira, retém, solta, relaaaaaaaaxa! Inspira, retém, solta o ar lentammmmmmente! Relaaaaaaaaxa! Estou vendo um ombro um pouquinho tenso. Solta! Relaxa! Sim, porque não? Não eu não estou debochando de ninguém. A yoga é mesmo fantástica e os quarteis ainda estão aí assim como as fronteiras, mas tudo na vida precisa se sutilizar. Estou dando uma idéia. Ela me surgiu quando os militares faziam exposição de seu trabalho no parque oferecendo alguns serviços gratuitos para os civis como exames de saúde e ginástica. Eu sou mais da Yoga e da dança do que da ginástica hop hop, corrida e apóio. Se eles vão querer guerrear depois?Mas, tu num sabe que quando um num qué, dois num briga?

  • Agora próximo passinho web será visitas. Estou em dívida com a Sociedade Vegetariana no qual tenho tido muitas ausências ainda nem justificadas. Lamento e darei um jeitinho.

  • Tá bom, sapo, pode falar:

_Tô precisando duma yoga e do mantra croach...Croach! Beijos para a Carlinha, aquela design sonora luminosa!

quarta-feira, abril 19, 2006

Crianças com necessidades especiais

e minha pequena participação nestes casos:

Tenho me sentido bem em contribuir com a confecção de material didático para crianças com necessidades especiais algumas com síndrome de down, sobre outros problemas eu não saberia dizer. O material que tenho ajudado minha sobrinha a confeccionar para seu estágio também é especial. Em muitos casos as crianças apreciam mais o material com textura e alguma dimensão (Faz alguns dias escrevi este texto, mas eles estão compreendendo de modo geral os desenhos de uma forma mais abstrata ou seja sem dimensões e texturas.) e o resultado do trabalho é realizador. Eles estão tendo um desenvolvimento impressionante. Tem se trabalhado com animais e eles amam os animais. A menina autista do grupo tem preferência por borboletas. Que bom gosto! Pensei. Foi compensador ter feito uma linda máscara de borboleta e esta cobria somente metade do rosto na ocasião em que fiz máscaras para eles interpretarem os animais. Os sons, os CDs de historinhas e com músicas são muito apreciados e toda a turma dança e acompanha músicas colocadas. Eles curtiram muito a historinha do Rei Leão pedindo para que fosse repetida inúmeras vezes. Então um menino cheio de personalidade discutiu com minha sobrinha que a onça pintada era um leão ("Não é onça nada, é eão, Fessora"- E está certo pois se ele viu um felino na vida este felino deve ter sido um gato, quando muito e o rapazinho apreciou mais o leão do que a onça).
As dificuldades grandes e pequenas se tornam minúsculas diante dos resultados obtidos no desenvolvimento destas mentes que muito dependem da relação com o ambiente e do afeto. Eles possuem uma cultura própria. Nós nos traduzimos para eles e assim estamos todos incluídos em um mundo que em tudo depende da diversidade. Estou podendo colaborar com a total orientação da minha sobrinha para não fugir das regras da atual didática, mas nem em tudo concordo com essa.
Hoje eu fiz alguns cartões que são simples cartões para reconhecimento das imagens, para que eles digam o nome dos animais e de outros elementos da Floresta Amazônica que estão estudando. Está sendo importante o reconhecimento da importância da chuva, do sol e das árvores para o planeta e eles tem sobre isso a percepção possível que também disrespeito a dar importância a natureza. Minha sobrinha trabalha de diversas formas com o livro do Boti (golfinho) do Boticário. No ano passado trabalhou os animais da fazenda e neste ano está trabalhando com os animais e outros elementos da Selva, sobretudo da Amazônia. Afora isso tem sempre as ocasiões especiais como hoje que foi dia do índio (fiquei sabendo tarde e não me dei conta) e neste caso as crianças receberam cocares que ela mesma confeccionou, pintaram os cocares e representaram índios. Na hora de desenhar uma oca eu não lembrava mais como se desenha uma oca brasileira e me parece que minha oca saiu em inglês. Também para eles foi lida a história me parece que do três porquinhos onde ouve convite da professora para que representassem sons relativos. Até certo ponto tudo deu certo e muito bem até que um aluno puxou-lhe o livro das mãos e saiu correndo.
Este tipo de travessura pode estar servindo para ganhar atenção especial ao meu ver. Neste sentido, por causa das travessuras, das brigas e eventuais crises como alunos tendo repentinas convulsões, a Priscila tem achado cansativo estagiar, mas bastante realizador também.

_Minhas necessidades também são especiais.

_Tá, eu também tenho necessidades especiais e finalmente consegui decorar o nome politicamente correto para estas crianças, até que talvez mude tudo daqui um ou dois anos. Deixa assim que está bom. E me parece que neste texto não houve nenhum problema de dislexia ou coisa assim. Ou houve?

_Croach...O que houve com você é que precisa mais swing.

_Tá, eu sei. Não enche. Fui.

Humor


O gato Luar manda um abraço para os leitores

_E eu também. Um abraço especial para Carlinha, meu amor impossível! (O sapo diz- Ih...não vão pensar que sou eu que sou só amiga dela)



Qual o papel que o humor ocupa na sua vida?

Eu particularmente sou ruim para rir e não sei contar piadas, sendo que forneço as minhas piadas de melhor categoria, destas realmente engraçadas para engraçadinhos que podem apresentá-las com mais jeito.

O humor é muito importante e creio que em muitos casos pode evitar injustiças, desastres, brutalidade, etc...A falta de humor pode ser catastrófica.

Na próxima aula de Inglês veremos sobre o humor, em especial sobre o humor americano relacionado com o humor Inglês. Cada um destes povos considera fraco o humor do outro. Por isso é preciso se inserir na cultura de um povo para compreendê-lo sendo que não basta aprender a falar a língua estrangeira para compreender como funciona a lógica cultural. Os americanos chamam ao humor britânico de humor ha-ha, que seria o pastelão, algo pronto, sem a reflexão contida no humor americano. Todo povo tem, no entanto este humor ha ha. Eu particularmente gosto muito do humor ha ha e acho graça no programa mexicano "Chaves" por exemplo que não é tão ha ha assim, pois apresenta muita psicologia e dizem que até política por trás. Gosto também do humor mais reflexivo e inteligente, mas em alguns casos é até bem difícil de entender.

Vamos a uma pequena peça que não tenho bem certeza, mas creio que seja importada da Inglaterra:

Digamos trata-se de um casal de pombinhos recém-casados. Ok?

_Alô, benzinho! Estou ligando para avisar que há um louco dirigindo na contra-mão e causando muitos problemas nesta avenida. Deu na TV. Quero que você se cuide.

_Ah, meu amor, você nem imagina o que está isso aqui! Não tem apenas um louco na contra-mão e sim centenas deles. Não sei se chego vivo para o jantar, mas estou tentando.
*
Meu descarrego fraco: Ha...ha... Eu queria ver a sua fisionomia.
*
A tradução está completamente livre e solta e de cor. A pecinha está no livro de Inglês: English File.

terça-feira, abril 11, 2006

Orelhudo

Dentre as raças de coelhos existe o Orelhudo e o coelho anão, raças de coelhos domésticos.
Achei-os em Algarve. Veja aqui.

Agora veja o coelho anão: aqui.

Minha sobrinha já teve coelho, o Flocus, que era muito meu amigo e foi eu quem dei a ela. Enviei-o a um ecologista que o criou na natureza e na horta onde ele era solto uma ou duas vezes por semana e teve de fazer regime, pois engordou muito com a horta. Cavou muitos túneis que levavam da propriedade do ecologista até a uma estrada perigosa para ele. Foi um animalzinho que viveu intensamente me parece. Minha mãe não aceitava o animalzinho em casa. Vamos dizer que tenha sido melhor para ele e não aconselho coelho como animalzinho de estimação, mas chegue as suas próprias conclusões. É que a respeito do Flocos ele parecia ter muita vontade sempre de sair da sacada onde ficava e correr por toda o apartamento correndo e roendo o que pudesse além das cenouras e de outros legumes, inclusive os jornais que serviam-lhe de banheiro (agora estão usando areia especial para roedores- não sei se para coelhos) O meu (da minha sobrinha, mas eu o sentia meu) era um coelho do himaláia me parece, uma espécie um tanto selvagem. Eu era quem cuidava do flocos e tinha encantos por ele. Minha sobrinha tinha uns 4 anos e tinha medo do bichinho.

Estou colocando este post e o anterior em razão da Páscoa que se aproxima.



_Não aconselho sapos como bichinho de estimação a não ser para a Carlinha.

Coelho


  • Coelho faceiro, símbolo da inocência, da entrada da primavera. Não coloca ovos, pois é um mamífero roedor e mamíferos não colocam ovos. Sinto muito. No caso dos transgênicos experiências horríveis fariam os coelhos colocarem ovos de chocolate. Não vale a pena.

  • Os coelhos são usados em experiências científicas, podemos também encontrar coelhos em frigoríficos. São usados para testar xampus e assim verificam se o produto arde nos olhos. Prefiria que meus olhos ardessem. Aliás, não é preciso que nossos olhos ardam se os produtos forem feitos com substâncias naturais. Pobres coelhos parecem que pagam o pato, ou como diz um amigo meu dão o couro e os cabelos (pelos) para nós outros. Parece que a Ecologia se preocupa um pouco com eles também e precisam ser preservados. Onde estão a não ser nas fazendas, eu te pergunto?

  • A pesquisa sobre coelhos como eu desejava no google não deu. Se der vai dar mais trabalho. Queria um esquema sobre coelhos e curiosidades. Por falta disso no momento fiquemos com lebres e com algumas palavrinhas sobre coelhos. Não prometo nada, nada, nada...

  • Enfim, eu acho que o coelho é um animalzinho que tem servido muito ao homem e deve estar precisando também do nosso serviço de proteção.

  • Muitos contos, histórias infantis em forma de fábulas são feitas em torno do coelho, animal apreciadíssimo neste sentido, haja vista Alice no País das Maravilhas.

  • Fique com as lebres: http://www.saudeanimal.com.br/lebre_europeia.htm. Qual é a diferença entre coelho e lebre e a pergunta que fica aqui para mim e para ti. Na medida da curiosidade vamos encontrar a resposta. Lebre seria somente a selvagem? Acho que não, pois sabe-se que existe o coelho selvagem do himalaia por exemplo.

  • Opz! Achei mais: Veja aqui. Linque do http://www.petfriends.com.br/

    Se eu continuar no rítmo em que me encontro vou em breve concorrer ao "The Worst" prêmio que faz concorrência ao prêmio "The Best".

  • Coelho da Páscoa é um coelho que dá muito chocolate. Oba!

  • Fique com as lebres agora e lebres americaaaaaaaanas, baby! Veja aqui.


_Croach...Sapos colocam ovos, por outro lado e não são de chocolate. O chocolate pode e deve servir de alimento, mas com moderação. Entenderam? Moderaaaaaaaaaação! Senão vocês vão ver e eu não quero nem ver. Que tal uma pesquisadinha na wikipédia?

_Não sei não. Se der tempo a gente vê isso. Tá? E não me darei por insatisfeita se outro aventureiro ou aventureira o fizer. E hoje temos arroz integral com couve. Podia ter ficado melhor o arroz e o post também, mas olha que eu estou a um tempão aqui, coelho, digo sapo.

_E a Carlinha?

_Ela que o diga. Carlinha...Vem ver o coelhinho e o sapinho!

_Obrigado, pela parte que me toca.

_Um abraço para todos!

Ah só uma coisinha:

Sugestões de buscas para blogueiros:

  1. _Peshah - Páscoa Judaica
  2. _Origem da Páscoa
  3. _Festas de colheita
  4. _Coelhos
  5. _Ovos
  6. _Pinturas em ovos de páscoa
  7. _Receitas de páscoa
  8. _Ninhos
  9. _Dobradura ou origami de coelhinho (eu fiz uma e não sei se vai dar tempo de mostrar como se faz aqui)_Receitas de chocolates e bom-bons.
  10. _Jesus. Ressurreição etc... nas suas diversas concepções religiosas.

sexta-feira, abril 07, 2006

Ilha dos Porcos Grande


Imagem pesquisada no Google

"Há 35 anos, o cirugião plástico Ivo Pitanguy (79) encontrou seu paraíso particular, a Ilha de Porcos Grande, em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro. Extasiado com a beleza do lugar, então comunidade de pescadores, ele comprou toda a ilha e a transformou em um verdadeiro santuário ecológico, com mais de 500 espe´cies de animais e vegetação intocada, oficialmente reconhecido pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis)."

Fonte: Revista Caras

Diz o médico:
"O ser humano só consegue a paz em contato com a natureza. Ela é tudo". Além disso ele acredita no repouso e nos fins de semana para que haja qualidade de vida (como um dos ítens, lógico)

Conclusões pessoais:


Pois e...eu tenho idéias socialistas, mas dentro do sistema em que vivemos o Dr. Pitanguy está completamente correto e gostaria também de viver em uma ilha assim, cercada de animais e plantas em harmonia se pudesse. Quem não gostaria. Ah...e gostaria desde que pudesse manter o contato com isso que chamam de civilização e poder ver bastante gente. Acho que mesmo dentro de um sistema capitalista um cidadão realizar um micro universo em harmonia é louvável e reconhecível. Ele tem uma ilha e nela tudo tem viço inclusive ele mesmo aos setenta anos exibindo um sorriso e uma vivacidade incomuns em muitos jovens. Hoje em dia existe esta possibilidade de sermos "guardiães de seres da natureza" e seria até muito adequado se fossemos guardiães de seres que pudessem carregar consigo maior liberdade e todo um habitat onde se interelacionassem, pois todo ser é um ser que se interelaciona e não tão somente nós outros, bipedes pretenciosos.
Este blog não se dedica muito a assuntos como turismo e coisas de rico, mas já que o homem exibe um belo olhar e um belo sorriso em suas fotos eu abro uma exceção aqui.
Quanto a cirurgia plástica eu abro a questão:
De que maneiras tanto a cirurgia plástica estética quanto a cirurgia plástica de reparação podem ser ecológicas? Perguntinha difícil e complexa, bem sei. Mas, como sou daquelas pessoas que se expõem na medida do possível arrisco palpite:
É inquestionável a reparação cirurgica daquelas pessoas que ficaram deformadas ou que nasceram deformadas como é o caso da reparação do lábio leporino. Quanto a cirurgia plástica estética eu entendo que ela seria ecológica se pudesse ser mais popularizada, sendo possível se fazer cirurgias em narizes e orelhas de pessoas até mesmo nas vilas e nas camadas mais pobres da população, pois se uma criança que é chamada de "tucano", de "orelhas de abano ou Dumbo" por exemplo, podeno por isso ter problemas sociais na escola e psicológicos para consigo, a cirurgia plástica estética não é nenhum luxo e nem deveria ser considerada como tal. A cirurgia plástica será algo que com o tempo fará parte dos direitos as pessoas todas sem privilégios e luxos, pois privilégios e luxos sim é que não são ecológicos. Quanto a questão da qualidade de vida que merecemos, muitos problemas no mundo deverão ser resolvidos e um dia tenho esta esperança de chegarmos lá, mas para isso acho que terei de nascer de novo não sei quantas vezes.
Dica: Pesquise mais sobre Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro, Brasil! Acho que também vou fazê-lo quando achar um tempo. Mas, corro o risco de ficar com desejo de ir para lá.

_Já na minha opinião há quem precise de cirurgia plástica. Eu posso servir de modelo.

quarta-feira, abril 05, 2006

Palhaço Carequinha

de minha autoria

Quando eu era menina havia um palhaço que trabalhava na TV: O Palhaço Caraquinha. Era simpático palhaço que marcou a infância de quem está na faixa dos quarenta e poucos anos como eu. Caraquinha deixou o mundo com 90 anos.
Vamos refletir então sobre o papel do humor em nossas vidas e desejar uma boa viagem aos bons palhaços que se vão para o Grande Circo da Eternidade. Boa viajem, Carequinha!
Nem sempre os palhaços são engraçados, nem sempre politicamente corretos. Um menino pode fazer xixi na cama porque tem um problema físico de descontrole urinário, mas o Carequinha cantava que o "bom menino não faz xixi na cama" e não era por mal. É porque ele achava isso mesmo. Como eu não fazia xixi na cama isso não teve problema nenhum para mim e o caraquinha faz parte do meu universo arquetípico de figuras magníficas e reais como ele, cujo personagem é mesmo inesquecível. Nem todos conheceram o carequinha. Minha sobrinha conheceu o Bonzo e hoje devemos contar com muitos palhaços inocentes destes que só querem o bem das crianças grandes e pequenas e que nos façam rir disso tudo e apesar de tudo.
"O bom menino não faz xixi na cama.
O bom menino não bate na irmanzinha.
O bom menino faz sempre a lição.
Papai do Céu protege o bom menino que
obedece sempre sempre a mamãezinha. (na segunda vez: que obedece
sempre sempre o Carequinha."
Para época estava tudo certo, sabe e a gente sempre se sentia ruim por um bom motivo. Ser perfeitamente bom era uma coisa que só acontecia na casa do vizinho. E aquele fantasma podia estar sempre embaixo da cama escondido. Quem não fazia xixi na cama quando criança pequena acaba fazendo depois de criança grande. Foi o que sucedeu com muitos bons meninos e meninas que se divertiram e cantaram alguma música do carequinha como a desta letra acima em que foi gravada minha voz de criança bem pequena numa fita de rolo para gravador, daqueles que não existem mais a não ser em casos especiais. Minha voz tinha uma gringuice lá de Espumoso, terrinha boa.

_Esse desenho que a Ruth fez representa como ela se lembra do Carequinha daquele tempo em que ela era criança e ele aparecia na TV. Mas, ela não se lembra muito não.

terça-feira, abril 04, 2006

A Carne é Fraca

Exibição do filme


do www.viva.org.uk

A Carne é Fraca
(documentário brasileiro que aborda questões ecológicas éticas e de saúde do consumo de carne).

Onde?
Em Porto Alegre:

na Rua Voluntários da Pátria,
595/1408 (esq. Cel. Vicente)
Centro

Quando?
8 de Abril
Sábado -17 horas

Entrada Franca

Informações:
(51)
3225.1901/
9979.9205/
8134.1039/
98380136/

Após o filme haverá um Jantar Vegetariano com Buffet livre- R$ 6,50 no Restaurante Sui Yuan na Rua Cel Vicente, 596

Este filme foi apresentado em Universidade e dentre várias pessoas algumas se tornaram vegetarianas, outras não quizeram e não querem assistir porque sabem de antemão que podem ficar chocadas e não querem enfrentar um possivel sentimento de culpa. Outras pessoas refletiram com calma e tiraram conclusões não deixando de comer carne.
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Fica o convite a todos, mas não aconselho que crianças participem e nem pessoas que estejam em um período muito crítico de suas vidas.

Quanto as questões de culpa, penso que os que optam por comer carne não têm culpa. Muitas pessoas até declararam para mim que se sentem fracas se não comem carne. Se todos parassem hoje de comer carne instaneamente não haveria um preparo social para isso. Por isso é importante muita calma, paciência e mudança coletiva sólida neste sentido, ocorrendo trocas para o vegetarianismo de forma natural. Nem todos vão se tornar vegetarianos nesta vida segundo as minhas crenças, eu que sou reencarnacionista. Mas, um dia a humanidade não vai mais se alimentar dos animais segundo também minhas crenças que não vejo pelo que discuti-las. A proposta para eventuais e futuros vegetarianos que eu faço é a seguinte: Seja um vegetariano de coração se quizer e puder! Não devemos tomar decisões precionados ou por sentimento de culpa, mas devemos tomar decisões conscientes que passam em primeiro lugar pelo coração e em segundo lugar pela razão.
O pessoal que conheço da sociedade vegetariana de Porto Alegre é constituido de pessoas muito calmas que não tratam do assunto vegetarianismo com fanatismo e estarão dispostos ao diálogo com todos aqueles que desejarem trocar idéias.
Ouvi disser que tem muita gente verdadeiramente sensível que come carne e que não quer de jeito nenhum ver este vídeo que mostra animais sofrendo. Vou me abster aqui de julgar estas pessoas e procurar respeitá-las.
Fica para você o convite. Se achar que deve ir a este encontro, então vá!



_Eu sou daqueles seres que comem carne de insetos, mas não querem nem ver este filme.

_Pois, é meu amigo. Então vá assistir uma comédia. Talvez um dia você mude de idéia. Mas, e a sua natureza?

_A minha existe e a sua?

_Adotei a natureza inteira como minha natureza.

_Oh, pretenciosa!

_Não querido, mas a natureza humana é realmente muito versátil. Tem pessoas que comem carne, mas que ajudam aos animais e a outros seres vivos bem mais do que eu. Isso é relativo. Mas, para mim o vegetarianismo é uma maneira de ser que está muito bem sedimentada hoje.

_Croach...então eu respeito isso.

_Obrigada!