sexta-feira, novembro 18, 2005

Eu estava...

Você faz parte..
...espiando o que ela fazia a serviço do serviço secreto a respeito de como vivem estas pessoas que fazem blogs ecológicos na web. (A propósito também tem um dos blogs que linquei aqui que também é de detetive).
Ela deu mais uma ajeitada naquela despensa que está ficando que é um brinco de princesa. Depois limpou a pia com saponáceo e escova de dentes usada. Isso foi alguns minutos antes do almoço.
Depois, estando só, tirou da geladeira aquele caldinho de feijão que fez ontem com o feijão em pó(maravilha da indústria contemporânea) colocou salsinha picada em cima, pôs numa xícara e bebeu, retirando depois algum alho picado e gengibre com uma colherinha e aproveitando para ficar forte como recomendava a todos de quem ela gostava. (Depois que uma vizinha lhe ensinou o gengibre ralado ela não se queixa quase nunca de dor de garganta que é cortada desde o início pelo efeito do gengibre-esta maravilha). Comeu um sanduiche feito de pão de centeio 100% integral (que o moço vende na feira do Verde da José Bonifácio-Porto Alegre -RS) com uma mistura de um pote de iogurte natural, o restinho de maionese sem colesterol do marido que ficou no fundo do pote, tempero verde e mais alguns temperinhos com um pouco daquela cebolinha bem miúda conservada em azeite de olívia que uma moça muito legal lhe ensinou na feira. Depois de passar esta substância sobre o pão, recheou com alface e ricota. Até aqui tudo bem. Mas, depois ela colocou em uma taça duas bolas de sorvete chicabon da kibon (nutritivo e gostoso) e derramou sobre ele um pouco da coca-cola do esposo que ensiste em tomar refrigentante apesar de já estar com alguns problemas sempre reforçados pelo refri. E tem café passado (do Pacheco) na térmica. Aposto que depois ela vai lá e vai beber uma xícara.
Esta mulher é naturalista, ma non tropo. Estava se envenenando um pouco, pois sentia-se muito culpada de achar que os outros são culpados. E como dizia um engraçadinho: "Por mim que eu morra!" E ia morrendo de morte lenta e dolorosa como nestes casos em que se come muito sorvete e chocolate. E se outros usam por exemplo o tal de "sugar blue", ela não queria ficar para semente, então, de vez em quando se envenenava aos bocados, mas só de veneninhos leves como você vê.
Experimente também limonada (de limão). Limonada é refrescante no verão, mata a sede, contém vitamina C e previne infecções. Com limonada você fica melhor em tudo. Eu disse "melhor".
Outro assunto:
Andei olhando rapidamente alguns blogs ecológicos na web e achei que em relação ao meu provamente a maioria deles são mais radicais. E eles são bem mais cheios de tecnologia, estão cheios de assuntos interessantes e polêmicos. Alguns são completamente científicos até. Contém idéias inovadoras e pacifistas de modo geral. Uma questão que eu vi discutida foi sobre as propagandas, a mídia...
Pois é.
Opinião pública e propaganda:
Lendo um pouco sobre opinião pública, propaganda, o poder do Estado (com seus três poderes distintos) e a atualidade neste sentido, conclui que deve haver um equilíbrio em todas estas forças, por vezes antagônicas em seus interesses e colocações. O que acredito que esteja mudando seja a opinião pública, agora com um papel mais importante na sociedade, a exemplo da blogsfera. Agora as pessoas não ficam, mais tão passivas como no tempo em que não havia muito acesso a computadores por usuários comuns. É preciso ter senso crítico sim, embora a opinião pública seja apenas uma força a mais que não deve ficar a mercê da manipulação e nem ter uma força desproporcionalmente grande (o que acho que está longe de ocorrer). Esta opinião pública infelizmente é principalmente a opinião da elite, da burguesia, mas também determina e se propaga neste universo que se alimenta de seus próprios conflitos "ecológicos", onde espero todos estejam tendo condições e estímulos para a melhoria da nossa qualidade de vida.
Existe alguma intensão de ampliar este assunto que está sincrônico em alguns locais da web.
Notem bem que quando coloquei a palavra propaganda aqui eu não estava me referindo apenas a propaganda de produtos a venda, mas da propaganda do Estado e a nossa propaganda, ou seja, a propaganda da nossa opinião pessoal, nossos interesses como indivíduos. Não precidimos da ciência, do poder do Estado, das diversas propagandas que recebemos nos influenciando e das que fizemos para os demais. É bom que sejamos vistos neste contexto global. O que pode melhorar aqui é o aprimoramento das idéias e senso crítico da parte de todos, com filtros melhores para o que recebemos e consumimos, atitude que irá aprimorar todos os setores da sociedade.
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