sábado, agosto 13, 2005

Sou

Você faz parte...

também assim como meu pai
em muitas coisas e
você nem sabe o quanto e tão intensamente...
Não em todas...
mas é melhor não ser muito diferente dele
Somos dois narigudos.

As lembranças que tenho de meu pai como uma pessoa admirável por várias atitudes suas frente ao mundo prevalece sobre todas as brigas homéricas que tivemos.

Algumas poesias e reflexões nos mostram um ideal. Hoje esse ideal mesmo se tornou mais flexível para todos nós, por isso não vou colocar uma poesia de Artur da Távora aqui. Acho que o papel do homem e do pai está sendo redefinido e temos um esboço apenas do que deva ser um homem e pai na sociedade atual. O fato é que eles participam muito mais, mas nem sempre isso ocorre de dentro para fora como processo individual. Um pai deve fornecer apóio paterno para um filho com convicção pessoal. Estou aberta a encantadoras manifestações do masculino verdadeiro ou mesmo do homem homosexual verdadeiro e pai verdadeiro idem se for o caso. Ensaio e erro fazem parte sempre.



Fiquem pois com o Che Guevara:

"Hay que endurecer sem perder la ternura."

Acho que essa frase que não me canso de repetir e talvez canse apenas aos demais sem paciência justa para comigo resume num supra sumo o que sinto e penso sobre o assunto masculinidade e paternidade hoje.

Feliz dias dos pais a todos os papais que vierem aqui!

Um homem cuidando um bebê é um perigo, mas um bebê sem pai é um perigo maior ainda.
Brincadeirinha...mas,...

Obs: Lembrei que o pai dos meus filhos soube pegar os bebês no colo com jeito desde logo nasceram e antes de mim. Por isso não sei se são hoje procedentes as reclamações que eu havia feito ao sabor do fluxo das palavras e venho agora retificar após ter tido um estalo na cabeça quando eu estava já com ela no travesseiro.
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