quarta-feira, agosto 17, 2005

Mais mantras

Você faz parte...

Mais mantras:

Om tare ture tuttare ture soha (libera o medo- é o mesmo do post abaixo com outra função)

Om (ohm)
Representação do Ser Supremo*

Om Shanti (ohm shahn-tee) A Paz de Deus*.

Om mani padme hum (ohm mah-nay pahd-may hoom) Para abrir o coração desenvolvendo a compaixão- e outras funções.

Não sei exatamente de que linha são estes mantras na totalidade, pois alguns mantras são comuns ao Budismo e a yoga. Outros são só do budismo, da yoga e acho que posso dizer etc.
A língua muitas vezes é o Sânscrito.

*No Budismo não se fala em Deus. No tempo de Buda haviam discuções sobre a existência ou não de Deus e Buda considerou que para o Budismo não importa se Deus existe ou não. Não seria da alçada do homem discutir este assunto. Com a meditação, no entanto, chegamos ao que o Budismo chama de Vacuidade, algo semelhante ao Nada, mas não igual.

*Deus é uma tradução muito usada por nós para o pensamento oriental,embora não seja conceito do Budismo que se refere à Vacuidade ou a Unicidade, mas não a Deus propriamente, embora hoje alguns filósofos orientais possam ser deistas. Quanto a Yoga eu não arrisco muitos palpites, mas há um panteão de deuses hindus. Estas entidades são compreendidas por nós que gostamos de Espiritualismo aqui no Ocidente como sendo entidades arquetípicas, simbólicas, de modo geral. Elas representam aspéctos da Espiritualidade e da Bonança como Prosperidade e Compaixão. Há entidades que incorporam o Budismo Tibetano sem contudo terem o caráter de deuses propriamente ditos e são conseqüencias da cultura e tradição.

Eu creio em Deus porque sou ocidental e tive esta formação de crer nele. É uma linguagem que para alguns não consegue-se traduzir. A Vacuidade é outro conceito. Eu compreendo e é difícil traduzir. Não crer em Deus ou na Vacuidade para mim não é completamente traduzido. As concepções de Deus diferem um pouco conforme as principais religiões ocidentais. Eu entendo estas diferenciações. Quanto ao ateísmo: Eu não entendo isso completamente. Apenas aceito como sendo algo diferente de mim também com muitas idéias em comum com as minhas.

Muitos dos meus conhecimentos de Budismo (que são poucos) devo ao Padma Santem. Faz tempão que não vou ao Templo.

Os pronomes meu, minha...etc...indicam aqui a forma como nos apropriamos de alguns conceitos e de outros não. Podemos nos apropriar ou acharmos que estamos nos apropriando, pois nos apropriamos em parte. Estar lá e ser como eles do outro lado do mundo é bem diverso daqui.

Eu deveria poupar o Nome Daquele que não É até onde conseguimos chegar em palavras, pois vai além.
|

Links to this post:

Criar um link

<< Home