segunda-feira, janeiro 31, 2005


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Versos
de Amor morte
eu fiz
E o eco me trazia a palavra
Deus
No infinito eu espero Deus
Adeus aos Amores Saudosos
Adeus, adeus!!!!
*
Um
doce
de baunilha
com ameixa em
calda e banana
Diet, Light
Nunca mais eu
como
Nunca mais eu
quero
Nem insista
amor
Foram pro
Céu onde hoje
já não se come
mais ambrosia
guloseima
ou
melancia
Gelosias no baú
da vovó nem se usam
mais
Fantasia
de pirrô
com colombina e
confeitos de açúcar
candy
*
Na
ponta da língua
Beijos babados de
velhos
Desencontros
vespertinos
Já é
muito tarde
Nunca é demais
*******************
Avec toi
j' ai
um
bon
moment d'amour
Ajourdui
mon
coeur
ne pas seul
Mon coeur est une maison
d'amour
Le grand amour qui
ne a pas de mourir
jamais
*
C'est fini
C'est temp de recomancer
mon amour
*
Tudo que aqui jaz se encontra no mesmo lugar
*
As pessoas querem entender
de sentimentos
dos
outros.
Certo?
*

Encontro


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Meu amor
vem vestido de claro luar
em sua
pele de bronze
Castanhos dourados
cobrem o mar
azul
Retrato
seu vulto imaginário
Caminha lento
mãos
soltas e baldias
Sinto o vento
a bater nos
cabelos e
não acredito
O meu meu amor vem do
oposto
de mim mesma
mulher de esquerda
Teço um
lenço de luas
sem pressas para escorrer
meu
desejo frustado
A pomba me espreita na
janela
É noite de mais um dia
Manhã que chegou tarde
Saudades
O meu amor vem castanho
Vem
de branco e
tem as mãos baldias onde
passeiam
as estrelas
Trás presentes do céu
Abraços
e muitos beijos
Saudades
transformadas
em borboletas azuis
me enfeitam
Uma
espera que se
resolve no para sempre
nos desfaz em brumas
em procelas
e em espuma
do mar
Porque iria existir afinal
o perfeito não fosse para
humilhar aquilo que jaz
na terra?
Melhor desfazermo-nos em espumas
e dormir o amor intenso apaixonado na água que
vem da onda em espumas e bate na
areia eternamente
em lembranças
de um
jamais

domingo, janeiro 23, 2005


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Dorme a casa
dorme o homem
o velho
a criança
Tudo dorme menos eu
Dormir um sono profundo no fim do mundo
E só acordar com a semente da realização do sonho

Durma menina velha
durma um sono de maresia
de poesia, lua e estrela numa veste de luar
silencioso brando brumas e segredos revelados

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Andorinha
quero-quero
bem-te-vi
quero-quero
beija-flor
quero-quero
A semente do
propósito no bico
A semente do
propósito veio no
vento
Quero-quero
de Norte a Sul
Passarinho quero-quero passarinho

SHANTI OHM SHANTI OHM


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"SHANTI OHM SHANTI OHM SHANTI SHANTI SHANTI OHM"

"SHANTI
OHM
SHANTI *
OHM
SHANTI *
SHANTI
SHANTI * * *
OHM"

"SHANTI OHM SHANTI OHM SHANTI SHANTI SHANTI OHM"

sábado, janeiro 22, 2005

Delírios de amor e sexo


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{[Um rio
secreto e silencioso
corre nas
veias
do tempo onde
adormece
meu sonho
e eu te amo
de ponta a ponta em
constelação
de
luzes azuis
Noite e dia
absorvo do teu ser
em
mim. Poesia...
Enquanto
bebo
da flor do
esquecimento o néctar
que me
faz novamente
inteira para misturar-me
em teu sexo]}

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Onda
que
arrebenta nas
pedras
Abraço teu tronco
Beijo Corporeo
*
Descortino a
luz do dia
poesia
*
Amor e lua
na tua praia
na tua rua
No teu
umbigo
*
Quero teu
gozo no meu
sexo
O meu no teu
O teu no meu
Nexo
Compasso
Obsessão transitiva
Êxtase
*
Teço
Floreço
Caço, mas não caso
Ato e desato,
desatino
Um riso, um rio
um fio...
Aconteço
*
É noite meu
amor e a noite
trás os sonhos
Durma e sonha com
o amor sem tempo, sem
distância, que nos separa em
limites enquanto não despertamos
para a fantasia, para o amor sem fim e
para o sonho. O sonho de viver. O sonho de
Morrer. O sonho de amar...de receber e de doar
**********AMOR*************



Este ou esse?


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O post abaixo gerou uma dúvida de Português.
Fiquei em dúvida a respeito do emprego do esse ou
do este, pois eu me referi a um amor que ainda não
foi explicitado. Se a pergunta fosse respondida teria sido
mais fácil. Perguntei para uma
professora
de Português, mas achei que o assunto em questão
pode geral uma polêmica.

Quem é este amor que fere e faz rir?
Esse amor é o amor humano.

Observe esta frase acima. Assim fica bem mais claro.
Mas, não esclareceu totalmente.

sexta-feira, janeiro 21, 2005

Q amor é esse


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Que amor é este que se vangloria,
exclui, protege a si mesmo das
sombras do desamor?

Que amor é este que vive sem
querer saber da vida com
a desculpa de ter olhos somente
para si?

Que amor é este que rotula,
compara, humilha e desvaloriza
outras formas de vida e de pensamento?

Que amor é este que guardamos tão
bem para nós mesmos e
nos faz viver como se a vida na terra
fosse durar para sempre?

Que amor é este que faz mentir para
não perder o objeto do desejo egóico?

Que amor é este que faz tudo para
não sofrer se como diz o poeta
"o amor só é bom se doer"?

Que amor é este do qual não podemos
nem ao menos chamar de ódio,
visto que este e aquele se beijam?

Que amor é este que foge de si mesmo
e considera a vida algo estanque aos
seus conceitos fechados que nem
sequer desconfia de ciência,
religião ou achismos?

Que amor é este se não o mesmo
amor da vítima e do carrasco,
do idolatra sobre seus deuses de
açucar e seus delírios de ausências?

Que amor é este que confunde
Marte e Eros e transforma Psiquê em
mais uma Medusa?

Que amor é este que faz os homens viverem
como se fossem Deus e
os fazem se distanciar do que é humano
e falho para converterem-se em lendas
absurdas?

Que amor é este que mesclado ao Amor
Verdadeiro nos faz errar o passo na
vida para provarmos todas
as formas de compaixão e
descobertas?

Que amores são estes que trazemos
no peito?

quarta-feira, janeiro 19, 2005


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Romantismo I
Idolatria
Ciúmes
Considerar uma
pessoa como
razão de viver

Romantismo II
Sentido da beleza
Trazer felicidade
aos outros
Sutilizar
Dar significado a vida

Os dois Romantismos se misturam. Nas músicas...Nas pessoas e é preciso
melhorar o nosso sentido do que é benéfico.

terça-feira, janeiro 18, 2005

Donde vêm estas palavras


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A versão da letra abaixo foi encontrada em um blog francês:

http://dimfire.skyblog.com/15.html

C'est interressant!

Tem outras letras de música por lá.

"Só uma palavra me devora
É aquela que o meu coração não diz (...)"

Eu viajei realmente nesta música neste findi. E
quando acontece isso dou uma pesquisada na net.

Parole, parole II


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Dei uma caprichada a mais na tradução. Mas,
eu nem deveria. Afina tenho outro projeto.
Mas, foi irresistível. O amor se perpetua num
gesto mântrico. O amor É. Não há mentiras no
amor. Mas, se revesam luzes e sombras em nossa
razão e sentidos. O sentido da beleza é sempre
verdadeiro. Não passa. Apenas pode ser esquecido.

Parole

C'est étrange, je ne sais pas ce qui m'arrive ce soir
É estranho, não sei o que ocorre nesta noite

Je te regarde comme pour la première fois
Eu te vejo como na primeira vez

Encore des mots toujours des mots les mêmes mots
Novamente as mesmas letras

Je ne sais plus comment te dire
Não sei mais como te dizer
Rien que des mots
Nada mais do que letras

Mais tu es cette belle histoire d'amour que je ne cesserai jamais de lire
Mas tu es a bela história de amor que eu nunca cessarei de ler
Des mots faciles des mots fragiles, c'était trop beau
As letras fáceis e frágeis, e, caem tão bem...

Tu es d'hier et de demain
Tu és o ontem e o amanhã

Bien trop beau
Você é tudo de bom

De toujours ma seule vérité
Do dia de hoje é a minha única verdade

Mais c'est fini le temps des rêves
Mas terminaram-se os dias de sonho

Les souvenirs se fanent aussi quand on les oublie
As recordações se desfazem também
quando nós as esquecemos

Tu es comme le vent qui fait chanter les violons
Tu es como o vento que faz cantar os violões

et emporte au loin le parfum des roses
e carrega ao longe o perfume das rosas

Caramels, bonbons et chocolats
Par moments

Balas, bom-bons e chocolates
para o momento

Par moments,
Neste momento

je ne te comprends pas
Eu não te compreendo

Merci pas pour moi mais,
Agradeço mais ainda
por mim mesma

Tu peux bien les offrir à une autre
Bem que tu podes oferecer a uma outra

Qui aime le vent et le parfum des roses
Que ama o vento e o perfume das rosas
(mas quem não haveria de amar estas coisas?)

Moi les mots tendres enrobés de douceur
Para mim as letras ternas escondem a doçura

Se posent sur ma bouche mais jamais sur mon cœur
Se colocaram sobre a minha boca, mas jamais sobre meu coração


Une parole encore
Uma palavra novamente

Paroles et paroles et paroles
Palavras e mais palavras

Écoute-moi
Escuta-me!

Paroles et paroles et paroles

Je t'en prie
Eu por ti rezo

Paroles et paroles et paroles

Je te jure
Eu te juro


Paroles et paroles et paroles et paroles

Paroles et encore des paroles que tu sèmes au vent
Palavras e mais palavras que tu semeias ao vento


Voilà mon destin te parler,
É meu destino te falar

te parler comme la première fois
te falar como na primeira vez

Encore des mots toujours
Novamente as letras

des mots les mêmes mots
das letras as mesmas letras

Comme j'aimerais que tu me comprennes
Como eu amaria se tu me compreendesses

Rien que des mots
Nada mais do que palavras

Que tu m'écoutes au moins une fois
Que tu me escutes ao menos uma vez

Des mots magiques
Palavras mágicas

des mots tactiques qui sonnent faux
de letras estrategistas que produzem sons

Tu es mon rêve
Tu és meu sonho

défendu
proibido

Oui, tellement faux
Sim, de fato

Mon seul tourment et mon unique espérance
Meu céu de tormenta e minha única esperança

Rien ne t'arrête quand tu commences
Nada se interrompe quando inicias

Si tu savais comme j'ai envie d'un peu de silence
Se tu sabes como eu enviei um pouco de silêncio

Tu es pour moi la seule musique qui fait danser les étoiles
sur les dunes

Tu és para mim uma música apenas que faz dançar as
estrelas sobre as dunas

Caramels, bonbons et chocolats

Si tu n'existais pas déjà...
Je t'inventerais
Se tu não existes mais eu te reinventarei

Merci pas pour moi mais,

Tu peux bien les offrir à une autre
Qui aime les étoiles sur les dunes

Eu agradeço satisfeita, mas

Tu podes muito bem oferecer a outra
que ama as estrelas sobre as dunas

(Quem não gostaria disso, afinal?)


Moi les mots tendres enrobés de douceur
Se posent sur ma bouche
mais jamais sur mon cœur
Encore un mot,
juste une parole

Paroles et paroles et paroles

Écoute-moi
Paroles et paroles et paroles

Je t'en prie
Eu recito

Paroles et paroles et paroles
Palavras e palavras

Je te jure

(Juro em oração)

Paroles et paroles et paroles et paroles
Paroles et encore des paroles
que tu sèmes au vent

Que tu es belle !
Que és lindo! (tomei a liberdade de deixar
a tradução para o masculino. Belle na verdade é bela)

Paroles et paroles et paroles

Que tu es belle !
Que és belo!

Paroles et paroles et paroles

Que tu es belle !

Paroles et paroles et paroles

Que tu es belle !

Paroles et paroles et paroles et paroles

Paroles et encore des paroles que tu sèmes au vent.
*****************************************
Interressante:
Diferente do que eu sentia e imaginava antes de traduzir,
mas significativa igualmente

Parole


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Dalida

Parole, parole

Composição: Paroles et Musique: Michaele, M.Chiosso, G.Ferrio 1973 ©

Polygram ~ Barclay ~ Orlando Production

A.Delon:

C'est étrange, je n'sais pas ce qui m'arrive ce soir,
Je te regarde comme pour la première fois.

Dalida:
Encore des mots toujours des mots
les mê
mes mots
Je n'sais plus comme te dire,
Rien que des mots

Mais tu es cette belle histoire d'amour...
que je ne cesserai jamais de lire.
Des mots faciles des mots fragiles
C'était trop beau

Tu es d'hier et de demain
Bien trop beau

De toujours ma seule vérité.
Mais c'est fini le temps des rê

ves

Les souvenirs se fanent
aussi quand on les oublie
Tu es comme le vent qui fait
chanter les violonset
emporte au loin le parfum des roses.

Caramels, bonbons et chocolats
Par moments,

je ne te comprends pas.
Merci,
pas pour moi

Mais tu peux bien les offrir
à une autre

qui aime le vent et le parfum
des roses

Moi, les mots tendres enrobés
de douceurse posent sur ma bouche mais
jamais sur mon cœur

Une parole encore.
Parole, parole, parole

Ecoute-moi.

Parole, parole, parole
Je t'en prie.

Parole, parole,
parole
Je te jure.

Parole, parole, parole, parole,

parole
encore des paroles que tu sèmes au vent


Voilà mon destin te parler....
te parler comme la première fois.

Encore des mots toujours des mots
les mê
mes mots

Comme j'aimerais que tu me comprennes.

Rien que des mots
Que tu m'écoutes
au moins une fois.

Des mots magiques des mots
tactiques qui sonnent faux

Tu es mon rê
ve
défendu.

Oui, tellement faux

Mon seul tourment et mon unique espérance.

Rien ne t'arrê

te quand tu commences
Si tu savais comme
j'ai envied'
un peu de silence
Tu es pour moi
la seule musique...
qui fit danser les étoiles
sur les dunes

Caramels, bonbons et chocolats
Si tu n'existais pas déjà je t'inventerais.

Merci, pas pour moi
Mais tu peux bien
les offrir à une autre
qui aime
les étoiles sur les dunes

Moi, les mots tendres
enrobés de douceurse
posent sur ma bouche

mais jamais sur mon cœur
Encore un mot juste une parole
Parole, parole, parole
Ecoute-moi.
Parole, parole, parole
Je t'en prie.
Parole, parole, parole
Je te jure
.Parole, parole, parole, parole,
parole
encore des paroles
que tu sèmes au vent
Que tu es belle !
Parole, parole, parole
Que tu est belle !
Parole, parole, parole
Que tu es belle !
Parole, parole, parole
Que tu es belle !
Parole, parole, parole,
parole, parole
encore des paroles que
tu sèmes au vent

http://dalida.letras.terra.com.br/letras/60496

Não posso traduzir agora. Mas...


Eu te diria que tu és belo
como na primeira vez que
lhe vi, como na primeira vez
que te ouvi

Palavra, palavra, palavra

Escuta-me !!!!

Palavra, palavra, palavra

Veja-me !!!!

Tu és como este vento que
faz soar os violões. Mil violões

que cantam

e a sutileza do verbo é de rosas

Ofereceste o violino,

o violoncelo, o vinho

e as rosas para outra e para outros,

embora ciúmes seja uma coisa

muito brega, eu sei!!!!!!!!!!!!!

Palavras, palavras, palavras
eu te juro, posso até estar mentindo

Palavra na sua boca

na minha boca

no nosso beijo

palavras


Bom-bom e chocolate

não são como tuas

palavras, não...

Mas, também podem

iludir pelo tom, o timbre

e o sussurro que roubaste

das brumas de Avalon

Palavra labra

a palavra
semeia a palavra ao

vento
semeia a palavra amor


e faz cantar o violão que
eu trago do lado esquerdo
do peito num mar de

rosas que vem do amor

em botão

Que tu és belo
que tu és belo, eu te juro
Palavra, palavra, palavra...

És belo em mim como naquela

vez que eu te amei pela primeira vez

Meu amor...Como tu és belo !!!!!!!!!!

Como eu te amo!


Trocaria todos os bom-bons
e chocolates e

pelo teu beijo
de vento que faz tremer as
cordas do meu cour ação...

Palavra...!!! E volto dizer-te

sem palavras algum segredo no

vento no dia em que eu me

cale para sempre, então saibas:

Tu eras o meu alento, a síntese

de todas as minhas esperanças,

aquilo que no mundo todo eu

mais desejei...Mas, isso são só

palavras. Melhor é meu silêncio,

um silêncio de grilo e cigarra em

uma noite sobre teu peito

PS: Estas não são mentiras nem verdades

mas apenas palavras, não mais do que palavras

destas que eu canto e jogo ao vento e delas sinto

o perfume quando remetem a imortais amores que

sempre se fazem crer quando se acordam e se recordam.


domingo, janeiro 16, 2005

Anagrama


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5!
5.4.3.2.1!
120!
Régis!
R.é.g.i.s!

Este poema foi escrito com análise combinatória.
Na verdade eu quizera usar este tipo de recurso a muitos e muitos anos atrás.
Quizera, mas não pudera. He...he...
Eu achava fácil, legal, interessante e
estou reconectando fios de cobre com fios de cobre.
O cobre é um elemento
que faz conecções. Junto aos cristais de quartzo ele
aumenta o efeito das
vibrações coloridas no nosso corpo vital.

Sobre PA, PG e análise combinatória
eu diria que ela estão
reservadas para sobremesa.
Estão reservadas para quando
eu terminar de entrar nas Inequações de 2° grau.
Rever a
matemática é relembrar de muitas coisas, como da voz
máscula do professor Gilson,
cheia de autoridade verdadeira,
de conselhos sábios e de um respeito nunca imposto, mas
natural. Hoje eu não entendo como podem conversar durante
as aulas do curso em que estou fazendo. Teve uma
aula em
que uma menina
falava tanto que aquilo não me fazia prestar
atenção nela
e me desviar, mas me deixava nervosa e irritada.
Hoje as pessoas só calam a boca
quando se fala em dinheiro
e trazem uma
mensagem de escassez que não condiz com
apaixonamento amoroso, mas com avidez simplesmente.

Para quem pôde me fazer mal:

Se e somente se...
Você que me fez mal
se arrepender sinceramente,
será restabelecido um elo;
um Elo que não será prejudicado
na ausência deste.
Nisso estou bem
mais tranqüila, pois:

"Na ausência daquilo que É, o
que não É, é.
E na ausência daquilo que não É,
aquilo que não É, é."
(Kabalah)

"Eu te amo
e tu me
amas
SOMOS UM SÓ PERANTE DEUS
Eu te perdoo
e tu me perdoas,
SOMOS UM SÓ PERANTE DEUS"
(Seicho N.)
Eu te amo e tu me amas
SOMOS UM DIANTE DIANTE DO TODO
Eu te amo e tu me amas
SOMOS UM COM TODAS AS COISAS

A despeito e a propósito disso tudo eu digo
que não quero ninguém na minha vida
que não me valorize, que não me respeite
e que tenha um olhar de deboche sobre as
pessoas, os seres e a vida.
Isso posto, declaro que está tudo muito bem
agora, assim como está e pelo menos esta é
a sensação que tenho no momento. Uma
sensação de chuva depois de estiagem e
de refresco depois do calor. Uma sensação
de Fé na Vida e a na Providência, aquela
a qual alcançamos e nos alçança. Seja assim!

terça-feira, janeiro 11, 2005


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Dá-me permissão para ser louca
louquinha assim assim
doidivanas
prá brincar de cartilagem
na tua orelha e fazer-te côssegas
no pé, entre a planta e o calcanhar
Depois vamos cantar e dizer sem
comprometimento o que sentimos
sem nem ao menos beber um porre

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O tempo tecia teias de tique-taques
Levou meu anel de vidro
E trouxe presentes na memória
a canção do vento que brincara
nos teus cabelos de linho
por entre os dedos da vida eternizada
nos fósseis e em seus ponteiros eternos

Nunca mais...
Nunca mais...
Em algum lugar do
mundo jamais será
nunca mais.

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Palavras


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Algumas
abriam portas,
outras
fechavam
Dava para traduzir outras
na língua nacional, outras

ainda
na língua universal
Deixavam em seus espaços
vazios
seus mistérios, seus
segredos
e algumas conclusões
E a palavra Amor era de todas
a mais
intrigante
Eu a devorei com todas
as letras
e
entre letras
e
pude sentir a dor e o
prazer
que ensejavam além
da sua estrutura,
mas não
não infinitamente
Na
verdade eu estava presa
e sempre estarei
Encerrada no sentido,
no vínculo,
na busca incessante de
uma palavra contida em
mim,
em nós e em todas
as
demais palavras, mesmo
naquelas sem o mesmo som,
sem
as mesmas sílabas,
letras e
poemas no papel
que se
perfuma a si mesmo
e
perfuma o ar em fogo
lento e
pulsante numa
troca
mágica das letras
entre
Amor
e Vida

segunda-feira, janeiro 10, 2005

Para que servem os zôos?


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Para que servem os zôos?

O que pode ensinar um leão preso numa jaula diminuta com uma plaquinha pendurada? Não muito. Quem quiser saber sobre os felinos, aprenderá mais abrindo livros e navegando pela Internet

Por Manoel F. Brito


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Na virada do ano, O Globo publicou reportagem sobre as condições de abrigo dos animais do Zoológico do Rio de Janeiro. Não são boas. Há bichos demais para espaço de menos. Felinos de grande porte, por exemplo, vivem em cubículos apertados, incapazes de se movimentarem adequadamente. Esse aperto criou um elo comum aos animais do Zôo carioca, não importando sua espécie: a maioria vive estressada e esse talvez seja o menor de seus problemas. Essa situação não é exclusivamente brasileira. Em 2002, por exemplo, o zoológico de Glasgow, na Escócia, que quando foi inaugurado em 1947 era considerado instituição-modelo, quase foi fechado pelas condições de subsistência de seus animais.


Exame feito pelas autoridades da Grã-Bretanha detectou que os bichos viviam na mais completa imundice. Alguns eram submetidos a situação que poderia ser descrita como cruel. Uma chita, por exemplo, que além do porte, silhueta esguia e pele cheia de pintas chama a atenção por ser um dos animais mais velozes do mundo, foi encontrada vivendo em jaula onde ela mal cabia, tendo como diversão nada mais que uma bola de futebol furada. No National Zôo de Washington, onde uma sucessão de mortes inexplicáveis ao longo de seis anos levou a uma investigação do Congresso americano que acabou com a demissão de sua diretora no início do ano passado – sob a acusação de negligência – voltou a enfrentar outra perda de animais em novembro. Novamente, a culpa recaiu sobre os padrões abaixo da crítica utilizados para cuidar dos bichos.


O zoológico que conhecemos hoje, como instituições para a guarda e pesquisa de animais, é coisa que começou a tomar corpo nos séculos XVIII e XIX. Mas na China, em Roma e no Oriente Médio, pela época do nascimento de Cristo, há registros de coleções de animais exóticos criadas por reis, imperadores ou homens ricos. Tinham uma dimensão de espetáculo. Serviam basicamente para exibir o poder de seus donos. Quanto maior e mais exótico o número de bichos, melhor elas espelhavam o seu alcance geográfico.


Na era moderna, zôos ganharam status de instituições científicas. Passaram a, pelo menos em teoria, servir de local de estudo para espécies animais trazidas dos 4 cantos do mundo. Na 2ª metade do século XX, meteram-se em pesquisas destinadas à conservação de espécies de animais ameaçados de extinção.


Nesse último quesito, estão os maiores sucessos recentes de zoológicos ao redor do mundo. O brasileiríssimo mico-leão-dourado, por exemplo, cuja espécie em 1971 não contava com mais de 200 indivíduos, sobrevive hoje graças à parceria que envolveu o National Zoo, de Washington, na reserva de Poço das Antas, no Estado do Rio. Iguanas nativas de ilhas caribenhas também se beneficiaram de programa semelhante iniciado pelo zoológico de San Diego.


Mas o fato é que zoológicos nunca perderam a característica original que levou a sua criação. Continuam sendo primordialmente espaços para a exibição de bichos. E nisso reside o problema. Dizer que os animais em suas jaulas servem como objeto de estudo é um argumento duvidoso para garantir a sobrevivência das instituições.


Sobre bichos em cativeiro, sabe-se muito hoje, inclusive que eles mudam às vezes drasticamente de comportamento. Sofrem do que se chama de zoocose, uma manifestação de atitudes nada naturais, como alimentar-se das próprias fezes ou vômito e auto mutilação. Difícil portanto acreditar que manter animais em jaulas vá ensinar muito mais coisas. Poderiam servir para educação ambiental do público.


Novamente, é coisa difícil de acreditar. O que pode ensinar um leão preso numa jaula diminuta com uma plaquinha pendurada? Não muito. Quem quiser saber sobre os felinos, aprenderá mais abrindo livros e navegando pela Internet. Além do mais, pouca gente vai ao Zoológico para aprender alguma coisa. Pesquisas com visitantes de zôos americanos indicam que a maioria do público vai até eles para se divertir.


Não se deve condenar esta atitude do público. Ela no fundo apenas reflete o fato de que em última análise ainda são o que eram no século XIX – casas de espetáculo onde são exibidos animais. Ou do ponto de vista destes, casas de horrores, onde bichos são guardados em condições deprimentes para todo mundo ver. É comum ouvir de quem mexe com zôos o lamento de que eles hoje são negligenciados pelas autoridades e tem um orçamento cada vez mais curto para cuidar dos seus animais. Pode até ser. Mas mesmo os zoológicos que têm dinheiro parecem dispostos a usá-los mais para dar continuidade ao seu perfil de circo do que propriamente cuidar melhor dos animais.


É o caso, por exemplo, do Zoológico do Alaska, em Anchorage. Há uma década ele resiste às pressões de ambientalistas e de outros zoológicos para tirar de lá e pelo menos mandar para climas mais amenos, uma elefanta que está sob sua guarda desde 1983. Como não têm condição de enfrentar o clima, ela raramente deixa sua cela de concreto armado, onde pelo menos desfruta de temperaturas africanas. O problema é que ela começa a sofrer com a falta de exercício, além de ficar condenada a uma solidão sem fim.

Não seria difícil pelo menos amenizar o seu problema. Bastaria enviá-la para outra instituição – várias se dispuseram a abrigá-la – em local mais quente, que tivessem outros elefantes e espaço suficiente para eles se movimentarem. Mas não. Como a bicha é uma das principais atrações, o zôo do Alaska decidiu corrigir a sua falta de exercício investindo 100 mil dólares na construção de uma esteira rolante de quase 7 metros de comprimento por 2 de largura para que ela possa fazer caminhadas. Sua direção admite que não sabe se isso dará certo. Mas pelo menos ganha tempo e, enquanto isso, mantém sua receita na bilheteria.


Reportagem da AOL na sua integra.



"As opiniões expressas pelo articulista não refletem necessariamente a opinião da AOL"

Chega de ignorância e vamos nos divertir com cultura de
verdade!_ Aquela que respeita a vida e a todos os seres._

domingo, janeiro 09, 2005

Não quero mais nada


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Quero água fria num dia de calor,
beijo de amor correspondido.
Quero o sol nascente e a lua que surge,
o sono
da madrugada que seja o mais
profundo e me conduza para dentro de mim
Quero vocês a quem gosto por perto
contando histórias para me distrair
de todas
as tristezas da vida e que
venha esta Paz verdadeira, amada, bela e
despojada de suas vaidades demasiadas,
de suas ilusões perdidas agora sendo jogadas
longe e quero
porque quero um banho de ofulô ou
ofurô com pedrinhas de gelo, limão e açucar para
meu bem me beber de canudinho

domingo, janeiro 02, 2005

Adivinha em quem


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estou falando!

Em profundo silêncio ele era a Paz
na sua forma
preta e pulsante
Neste momento fofo apropiou-se da
Matemática.
Regra de três, percentagem
e de toda
a Matemática Financeira e
com um
pouco de geometria espacial que
servia
para medir os poços da vida,
estes
por onde a gente entra e deles
sai com
sofreguidão agarrando-se a
tijolos escorregadios cobertos de limo
pardo
Não: ele não colocou a sua dignidade
aqui ou ali onde ela é sempre busca,
mas é a sua
própria majestade, inconsciente ou não
e sedutora, no grau mais
discreto da imponência, esta que
fica na fronteira entre
a humildade do mendigo e a tirania
dos príncipes inadequados ao título
Não: eu não como isso. Eu não como
aquilo. Sei do que quero, sei do que
gosto._"Passarinho, passarinho,
onde fizeste o teu ninho?"
Deixe-me ser o que gosto e hei de
me apropriar destas fórmulas todas e
da fórmula do amor que se aperfeiçoa
em minhas conversas com o espelho

O que é que eu faço com este meu
cabelo?

Dai-me os pontos todos que não sejam
os finais!